Even the code looked impressed

Last night was miserable. My “anima”[1] appeared once again on a dream and really drove me off my sleep. Working tired isn’t something nice. I felt quite impressed that I actually did something. It looked like the code was impressed too: one moment I lowered my head and, looking up again, there it was, in the middle of the screen:

O_O

Really, it was the first thing that hit my eyes. It turned out to be the define “NO_OPTIONS”.

[1] That’s the female representation of men unconsciousness, if you are a non-Jungian.

[pt_BR] Tradução do Windows não faz o menor sentido

Como vocês já devem estar sabendo, eu tenho que trabalhar com uma máquina Windows, o que permite que eu tenha, todo dia, excelentes motivos para achar mais e mais coisas que me incomodam no sistema da Microsoft.

A última veio por culpa da tradução: Eu estou estupidamente acostumado com o layout americando de teclados, e o teclado veio configurado para ABNT2, até porque é um ABNT2. Mas meu notebook veio com um teclado em espanhol e isso não me impede de trabalhar com o layout americando, de qualquer forma (é só cuidar para não usar o “ñ” e estranhar quando vir um “;” :) )

De qualquer forma, eu passei um bom tempo tentando achar qual seria a combinação de configurações de teclado de layout e língua para ter um teclado americando sem acentos. Logo que se escolhe a opção de layout “Americano” [“Inglês (Estados Unidos)” seria o correto, mas enfim), o layout que aparece é “BR”. É quase instintivo que esse não é o layout sem acentos, então fiquei revirando várias opções de línguas até cansar, sem sucesso. Eis que, aparentemente, “BR” é uma língua sem acentos, segundo a Microsoft. Agora, num Windows em inglês, não existe a opção “BR”, mas sim… “US”, que é exatamente o que se quer, não é? Um espertinho achou que seria interessante traduzir a sigla sem se importar o que diabos ela queria dizer.

Microsoft, por favor, aprendam a usar o gettext. Suas traduções são terríveis (e eu não vou citar o fato do Word brasileiro ser um dos poucos editores do mundo inteiro em que Ctrl+S não salva o texto).

You know there is a serious problem with a documentation…

… when you have to look at other language documentation to find out how to do something.

Really. Today I had to write a C++ program that used a local socket and there was no way to find a good documentation on how to do it. After hours struggling with Google, I finally gave up and looked at Python documentation on the socket module and… there was the answer.

Dell support, where are you?

As most of you are aware of, I’m an owner of a Dell Inpiron 9300. Quite good machine. And, a few days ago I paid it all, so now it is completely mine.

There is, however, something really bothering me: Dell Brazil don’t give any kind of support in the Inspiron line. Any. I don’t know why, probably to annoy the hell of people who buy Inspirons ’cause Latitudes suck so much. And, unfortunately, only Latitudes exists on Brazil. That shouldn’t be a problem to me, a long time geek and nerd who has been dealing with computers since 11 (why would I need the support, anyway?), but the damn “i” key got really weird about a month ago, becoming really sensitive, which makes me repeat it from time to time (and making the backspace the most used key ever). Also, as my dad bought it and put the address as “Costa Rica”, it came with a Spanish keyboard, so I have a “Ñ” key and the “Enter” key it pretty big, and the “\” is out of place when compared with American keyboards (the one I’m used to and where I can type faster). That’s why I loved my ThinkPad: its keyboard where just like “real” keyboards (American layout, of course).

Last post (where I had to type a lot of “&&” chars) was a real pain the butt. This got its moments (including an “his” [wrongly typed] getting about three “i” with just one key press).

I think I’ll try to open this computer and check if I can fix the damn key myself. Or find the part number of the American keyboard and replace it myself.

[pt_BR] Votar nulo? Pra quê?

O site Imprensa Marrom (cujo único defeito é não ter um RSS que funcione e usar um layout tosco) postou um artigo muito interessante sobre a história de votar nulo para acabar com a eleição. Parece que aquela famosa história que “se 50% da população votar nulo, a eleição tem que ser feita novamente (ou é anulada)” é pura balela. A lei realmente existe, mas fala em “anulidades”, que não tem nada a ver com votos nulos e sim com irregularidades no processo (desde falta de documentos dos candidatos até alguém votando com identidade falsa). Se for votar, vote com consciência.

Agora… o que diabos todo mundo quer dizer com “vote com consciência”? Já parou para pensar nisso? Quantas e quantas vezes não se chega a uma discussão do tipo:

“E esse aí, hein? Roubando mais que o outro…”
“Bom, a culpa também é tua, tu votou nele.”
“Eu não votei nele. Eu votei nulo.”

Adivinha só, por ter votado nulo, tu é tão resposável quanto o cara que votou efetivamente no candidato (agora eleito) em questão. E o mesmo vale pro caso de ter votado em branco.

Na minha opinião, a grande falha do processo eleitoral, hoje em dia, não reside no processo em si, mas na forma como os envolvidos estão se valendo dele. É só comparar a campanha política (a interminável propaganda de uma hora que ningém agüenta olhar até o final) com a discussão que tivemos a pouco tempo sobre o plebiscito de proibição de venda às armas. Comparem como foram levantados pontos positivos e negativos das duas opções, falou-se sobre como a coisa iria acontecer, o próprio povo se mobilizou para juntar mais informações sobre as coisas e, principalmente, discutiram-se méritos dos dois lados. Quando é que a gente vê isso nas campanhas políticas? O que se vé é apenas “Se eleito for, farei coisas maravilhosas”, “Fulando, quando era grandão, fez nada”, “O partido PX estava envolvido no escandândalo aquele”… Porra, eu não quero saber o que Fulano ou o partido PX fez ou deixou de fazer; eu quero saber qual a política que eles vão adotar se forem eleitos! Vão prestigiar empresas nacionais ou vão trazer competição para o mercado nacional? Qual vai ser a política para aumentar empregos e diminuir inflação?

E, quando chega-se nesses méritos, ninguém vai pra frente. Olhem o povo como é. “Vou votar no Fulano porque Cicrano comprou votos”, “Eu não voto no Fulano porque ele é feio”. Porra, parem e escutem o que estão falando. Ninguém fala sobre a política propriamente dita quando se trata de escolher candidatos, fala-se na vida da pessoa!

Lembram do Maluf “rouba mas faz”? Não sei se era verdade aquilo ou não, mas se pensarmos um pouco… ok, roubar dos cofres públicos não é algo correto, mas se, por cima disso, há um crescimento econômico e social, se há a verdadeira preocupação em manter a coiisa funcionando [nem que seja para depois poder roubar mais :)], será que é tão ruim assim? E aqueles que não roubam mais também não fazem porra nenhuma? Entre as duas opções, eu fico com a primeira.

The most probable reason Windows doesn’t have workspaces

It’s being two weeks that I have to deal with Windows every day. Sometimes I really forget this and try to switch workspaces and use key-bindings. You know, normal Linux desktop stuff. The most annoying thing so far has been the lack of workspace switching.

While dealing with this limitation, I came with an idea of why Windows doesn’t have it. It is not because “normal” people won’t use it (it takes just a little time to get a hang on it), but because Windows sucks at program management. Really. Have you noted how it suck when you have 15 or so applications running, even on tray? Won’t people use more applications with workspaces? Of course they will.

Oh, but there is a workspace switcher for Windows, bundled as a power toy. And have you noted that just running it turn your system more useless than usual?

Typo or Freudian slip?

Today, fixing a Makefile that looked more like a shell script than a Makefile, I made a typo. Well, maybe it was not a typo, but something more.

Instead of -lpam, I typed -lpain. Not that I ever played with PAM directly, but you never know.

Back from FISL, back to life

Well, FISL ended yesterday. As usual, some good talks, some bad talks, some talks that I wasn’t expecting too much came really interesting in the end. As usual. :)

I wrote a lot of things and will post them here, as usual. My general impression was good again, but I got that feeling that some speakers really didn’t take too much care about their talk. Some said something on the title and, even going to the object of the talk, took some time on something that really didn’t have anything to do with the talk. Like the Lisp speaker talking about Emacs, telling that it have a key-binding to switch expressions and such. I don’t know which key-binding and still don’t know what that has to do with Lisp.

Well, talks over, I’m home again with lots of free time (Guild Wars! :)), so I took some time to clean up my starred items on Google Reader and post the interesting ones and post them to CScience.org. Long time i neglected it, so today I filled the front page with some news (and there are more to come!).

Oh well, back to reading.