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[pt_BR] slow e os gnomos que te dão maconha durante a noite

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A dois dias atrás eu tive um sonho que consegui escrever antes de cair de novo no sono. Seguindo a linha d’”os gnomos que roubam roupa de baixo” e d”os gnomos que te surram de noite” (e por isso tu acorda completamente moído), descobri a existência d”os gnomos que te dão maconha durante a noite”:

escavacao no quintal de casa. containers cobertos com concreto onde
tem tecnologia alienigena. eu foi liberado a pouco tempo e to olhando
as coisas. algumas pessoas estao olhando o que tem la'. "cientistas
desmontaram alguns artefatos e, montando em ordem completamente
errada, continuam funcionando". tem um velho computador que as pessoas
reconhecem e eu digo que ele usava pra alguma coisa. as pessoas
percebem que eu ja' conhecia ele.

andando por um parque, com uma miniatura do et. eu sinto falta dele,
como um amigo. de repente, ele aparece no topo de um morro ao longe e
me ve. vem correndo. nos abracamos como bons amigos. bate-papo. um
MIB aparece pra levar ele dali. eu entrego a miniatura pra ele, como
presente.

`a direita, tem um portico de arvores, onde eu planto algumas lotus
pretas que ganhei da minha mae. minha irma aparece com uma bicicleta
de tres rodas, tentando passar pelo portico. ela pede pra tirar, mas
antes que eu consiga levantar, ela passa por cima de uma das plantas
com a bicicleta e a planta pega fogo.

acontece alguma coisa em uma sala, eu estou segurando as plantas, que
viraram bonecas (parecem barbies, mas a pele e' cinza-esverdeado e o
cabelo e' verde com preto). a parte que pegou fogo era o cabelo dela.
um furao esta' aos meus pes. ele e' meu. eu falo com ele, ele se
levanta sobre as patas de tras, se apoia no meu joelho e chia,
voltando ao chao. eu chamo ele e ele nao me olha.

eu to correndo no entroncamento de entrada em porto alegre, de noite,
sob chuva leve. eu vou correndo direito sobre a pista, como se fosse
um carro mesmo. eu carrego um servidor "slim" sobre o braco. ao chegar
no comeco da freeway, um carro aparece, mas anda na mesma velocidade
que eu estou correndo. eu diminuo e deixo ele passar, entrando na
pista que ele estava logo a seguir (eu quero pegar a pista da
direita). eu pego o retorno, como se fosse retornar pra assis brasil.
um raio atinge um para-raio logo a frente. eu conto os segundos entre
o raioi e o trovao pra ver a distancia do centro da tempestade, e sao
poucos. comeca a chover realmente forte agora. eu escondo o servidor
sob a camiseta.

Só a última parte é que eu me lembro claramente como é. Apesar da destrição, até o raio o sonho até era aconchegante, mas depois tornou-se pesado.

Written by Julio Biason

May 11th, 2006 at 6:39 am

Posted in Dreams, Portugues

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